love is all, love is you

você e esta sua mania de dar nome a tudo. não, não faz isso. deixa assim, sendo o que é; me deixa ser esta coisa colorida que você chama quando quer, quando pode, que te invade, que me invade e me deixa sem saber se coloco a minha mão sobre a sua ou se espero você vir de vestido rodado ou de moletom surrado, descabelada com os olhos delineados por olheiras que te deixam mais bonita e real. deixa ser assim, assim estar, assim continuar. se aconchega no meu braço, sente qualquer cheiro - lavanda ou esse meu perfume barato - ri de alguma besteira minha e me lembra de acordar amanhã às seis, por que o sol nem sempre espera. View high resolution

você e esta sua mania de dar nome a tudo. não, não faz isso. deixa assim, sendo o que é; me deixa ser esta coisa colorida que você chama quando quer, quando pode, que te invade, que me invade e me deixa sem saber se coloco a minha mão sobre a sua ou se espero você vir de vestido rodado ou de moletom surrado, descabelada com os olhos delineados por olheiras que te deixam mais bonita e real. deixa ser assim, assim estar, assim continuar. se aconchega no meu braço, sente qualquer cheiro - lavanda ou esse meu perfume barato - ri de alguma besteira minha e me lembra de acordar amanhã às seis, por que o sol nem sempre espera.

eu sinto tanto a tua falta, mas ainda não aprendi a externar isto através de meus atos.é  que eu sempre gostei do amor quietinho, entre paredes, entre dois, dentro do peito, sabes?  escrito ou declarado em um momento de distração em que ninguém espera nada de ninguém. “gosto muito de ti” enquanto te vejo passar os canais de forma tediosa durante um fim de domingo. nunca fui dessas pessoas que transborda, que borda amor em todo o corpo de uma maneira visível aos olhos alheios. mas, sabe, é engraçado esse comichão que anda povoando o meu peito e me fazendo não saber se pinto no meio da calçada da rua distante onde moras, bem em frente da tua casa amarela, “tua ausência anda consumindo minha alma”.  é, também não sei se usaria reticências ou um ponto de exclamação, já que a minha saudade não se limita a isto. é e sempre foi mais - é  o que me move escrever essas palavras tristes-alegres-nostálgicas-dê-o-adjetivo-que-preferir sobre os todos momentos que desejo ao teu lado. é isso que chamamos de saudade que me  é incoerente, eu sei, mas, por vezes, me vejo capaz de sentir saudades até do que não aconteceu - aquela viagem planejada ao Sri Lanka que nunca saiu da lista de coisas a serem feitas, aquela segunda-feira em que vais aparecer na porta da minha casa, encharcado pelo maior temporal dos últimos cem anos, pedindo um pouco de colo e café passado. sim, eu também não (me) entendo. por vezes, me pego pensando se escrevo nas paredes dos corredores dos lugares aonde sei que passas todos os dias “não te esqueces que sou livre por tua causa: se é impossível aprisionar os que tem asas, mais ainda é aprisionar os que sentem”. essa tua vida tão recheada de pressa talvez te faça não perceber a minha falta, a tua falta, a nossa falta. talvez seja essa mesma pressa que continue a te fazer, assim, distraído, esquecido de tudo aquilo que conseguimos ser e somos - de trás pra frente e de frente pra trás a mesma coisa. talvez eu continue insistindo em tentar te mostrar com todo esse amor aquietado, com todas as minhas letras ilegíveis ao teu coração, que a minha saudade é muito mais do que uma palavra inexistente em outras línguas. View high resolution

eu sinto tanto a tua falta, mas ainda não aprendi a externar isto através de meus atos.é  que eu sempre gostei do amor quietinho, entre paredes, entre dois, dentro do peito, sabes?  escrito ou declarado em um momento de distração em que ninguém espera nada de ninguém. “gosto muito de ti” enquanto te vejo passar os canais de forma tediosa durante um fim de domingo. nunca fui dessas pessoas que transborda, que borda amor em todo o corpo de uma maneira visível aos olhos alheios. mas, sabe, é engraçado esse comichão que anda povoando o meu peito e me fazendo não saber se pinto no meio da calçada da rua distante onde moras, bem em frente da tua casa amarela, “tua ausência anda consumindo minha alma”.  é, também não sei se usaria reticências ou um ponto de exclamação, já que a minha saudade não se limita a isto. é e sempre foi mais - é  o que me move escrever essas palavras tristes-alegres-nostálgicas-dê-o-adjetivo-que-preferir sobre os todos momentos que desejo ao teu lado. é isso que chamamos de saudade que me  é incoerente, eu sei, mas, por vezes, me vejo capaz de sentir saudades até do que não aconteceu - aquela viagem planejada ao Sri Lanka que nunca saiu da lista de coisas a serem feitas, aquela segunda-feira em que vais aparecer na porta da minha casa, encharcado pelo maior temporal dos últimos cem anos, pedindo um pouco de colo e café passado. sim, eu também não (me) entendo. por vezes, me pego pensando se escrevo nas paredes dos corredores dos lugares aonde sei que passas todos os dias “não te esqueces que sou livre por tua causa: se é impossível aprisionar os que tem asas, mais ainda é aprisionar os que sentem”. essa tua vida tão recheada de pressa talvez te faça não perceber a minha falta, a tua falta, a nossa falta. talvez seja essa mesma pressa que continue a te fazer, assim, distraído, esquecido de tudo aquilo que conseguimos ser e somos - de trás pra frente e de frente pra trás a mesma coisa. talvez eu continue insistindo em tentar te mostrar com todo esse amor aquietado, com todas as minhas letras ilegíveis ao teu coração, que a minha saudade é muito mais do que uma palavra inexistente em outras línguas.

e me acorda amanhã às seis, por que o sol nem sempre espera View high resolution

e me acorda amanhã às seis, por que o sol nem sempre espera

e eu tenho esse dom de te perder o tempo inteiro View high resolution

e eu tenho esse dom de te perder o tempo inteiro

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